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Soja fecha em alta em Chicago após tocar maior patamar desde julho



soja cotada em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira, para o maior nível em quase cinco meses, apoiada pelo clima seco na América do Sul que pode resultar em perdas de produtividade.

milho cedeu depois de se recuperar também dos riscos climáticos na América do Sul, enquanto o trigo o seguiu o movimento.

O contrato de soja mais ativo na bolsa de Chicago (CBOT) subiu 0,05 dólar, fechando a 13,9475 dólares o bushel, e atingiu o pico da sessão de 13,99 dólares, seu maior valor desde 20 de julho.

O milho perdeu 7,25 centavos de dólar para 6,0225 dólares o bushel e o trigo caiu 9,25 centavos de dólar para 7,6075 dólares o bushel.

“Um pouco de venda corretiva e talvez alguma venda agrícola”, disse Jack Scoville, analista de mercado do The Price Futures Group. “Tivemos um grande rali ontem.”

Um período de calor e seca na Argentina e no sul do Brasil desviou a atenção de volta para as perdas potenciais de rendimento das safras de soja e milho nos principais países exportadores.

O clima na Argentina mudou drasticamente desde meados de dezembro, com a seca ameaçando as safras de milho à medida que entram em estágios críticos de desenvolvimento, disseram analistas.

Enquanto isso, o excesso de chuvas mais ao Norte do Brasil prejudicou o início da colheita e ameaçou comprometer a qualidade da safra.

As exportações de soja do Brasil devem chegar a 3,375 milhões de toneladas em janeiro, enquanto as exportações de milho provavelmente chegarão a 2,59 milhões de toneladas, de acordo com a associação nacional de exportadores Anec.

Os preços do trigo acompanharam o milho, ao mesmo tempo em que estão sendo sustentados pela piora nas condições da safra em partes das planícies dos EUA.

Fonte: Money Times

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